"Portanto, cada um de vocês
deva abandonar a
mentira e falar a verdade ao
seu próximo..."
Efésios 4:25
Desonestidade faz parte da nossa natureza
pecaminosa. Não adianta fingir, se na realidade não somos aquilo que queremos
demonstrar. Exemplo: a moça detesta pescar, mas durante o namoro, finge gostar
para agradar o namorado e aceita convites para pescar de madrugada; ela dá
impressão de estar gostando demais daquela pesca, e disfarça muito bem, dando a
impressão de que gosta de lidar com minhocas sujas e cheiro de peixe, não
reclamando dos muitos pernilongos.
Muito bem. Então eles se casam. Alguns
meses depois do casamento o marido chega para sua esposa e diz: “Querida, vamos
pescar juntos no sábado”. Ela diz: “Eu
não vou, detesto pescar! Se você quiser, vá sozinho!” “Como? Você gostava tanto
de pescar comigo quando éramos namorados!” Boom!!! Começa a briga.
Deus diz que é importante falar a verdade.
Este é um compromisso constante na vida conjugal. No altar você expressa o seu
desejo mais profundo de amar, e amor exige honestidade.
Você e seu cônjuge já assumiram um
compromisso de honestidade e autenticidade? É essencial se comprometer a ter
este nível de relacionamento. Vamos deixar de brincadeiras de crianças.
Fale ao seu cônjuge: “Querido(a), eu quero
aprender a ser honesto(a) com você e quero que você seja honesto(a) comigo.
Isto será capaz de transformar a comunicação superficial em uma comunicação
verdadeira e profunda.
Pense nisso
Sejam sinceros e autênticos,
afinal vocês fizeram um compromisso de fidelidade e honestidade no altar diante de Deus e dos homens,
lembram-se disso?